segunda-feira, 21 de maio de 2012

FELICIDADE

Estive pensando nessa coisa toda de "ser feliz"...
Sinto que as pessoas se perdem quando pensam na felicidade como um destino.
Estamos sempre pensando que algum dia seremos felizes.
Teremos aquele carro, ou aquele emprego, ou a pessoa de nossas vidas que vai resolver tudo... Mas a felicidade é um estado. É uma condição. Não um destino. É como estar cansado ou com fome. Não é permanente, isso vai e volta e está tudo certo. Sinto que se as pessoas pensassem nisso dessa forma, elas encontrariam a felicidade muito mais vezes. 
- OTH.

domingo, 1 de abril de 2012

GUI


É apenas uma criança de onze ou talvez doze anos, perdida, que ao nascer (ou até mesmo antes disso) foi abandonada por “aquela” que lhe deu à luz. Sendo assim, foi sustentada por uma mulher que teve dó da situação alheia. E a “tal mulher” nunca se colocou no papel de mãe, sempre o teve como um peso, um trabalho... Preocupou-se apenas em sustentar (financeiramente falando) essa criança e esqueceu-se do mais importante, que é o amor.
O que esperar de uma criança que está crescendo sem base alguma?
Ele precisa de alguém que possa protegê-lo, que se importe; de alguém que seja exemplo de como ser um bom ser humano. Ainda mais em uma sociedade tão corrupta em que vivemos; uma sociedade onde todos têm que ser forte, guerreiro. Não há espaço para “fragilidade” neste país; não há espaço para inocência. Ele precisa de alguém para ensiná-lo a viver e principalmente, ele precisa pela primeira vez em sua em vida, ouvir um: EU TE AMO. E que esse alguém diga isso sem esperar nada em troca; que esse alguém seja o porto seguro dessa criança perdida. Ele precisa de um herói.
Talvez o que mais dói, seja o fato de saber que não há nada que eu possa fazer para ajudá-lo; o fato de saber que essa criança é apenas mais uma entre os outras milhares que estão nesse mesmo barco.


quarta-feira, 7 de março de 2012

Loser


Todos nós passamos por várias provações ao decorrer de nossas vidas... E todas elas devem servir como uma forma de aprendizado.

Na primeira vez era maravilhoso, eu amava, sorria, sentia um frio na barriga e blá blá blá. Com o passa do tempo, as coisas tornaram-se indiferentes. O que era bom ficou ruim. Já não existiam mais fogos de artifício e o amor não virou ódio. Simplesmente acabou, era como se eu não o conhecesse mais.

Talvez eu esteja enganado, afinal, se realmente não existisse mais nem se quer uma faísca de amor, eu não estaria aqui perdendo o meu tempo escrevendo essas bobagens, mas, de qualquer forma, não anseio mais um reencontro, não anseio mais aquele “velho amor” que há um bom tempo atrás era primitivo e foi primordial. O tempo é um grande amigo, que cura, amadurece e automaticamente, muda alguns conceitos.

Se eu sempre cometer os mesmo erros, eu serei um fraco, um perdedor.



terça-feira, 6 de março de 2012

Liberdade

Eu queria ser LIVRE, livre de todos o males que me cercam, de todos os medos que me enfraquecem e de todas as coisas que me preocupam. Mas, quando me aprofundo nesse pensamento, me pergunto se eu seria realmente feliz sem esses males, medos e preocupações. Posso parecer insano ao dizer isso, mas, eu prefiro a vida com algumas turbulências ao invés de uma vida entorpecida de tédio.